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6 de maio de 2026

Grupo Literário Alagoano celebra 50 anos com programação especial e homenagens inéditas

  

Eventos nos dias 21 e 22 de maio, em Maceió, reúnem escritores, autoridades e convidados em comemoração ao Jubileu de Ouro da entidade.

O Grupo Literário Alagoano (GLA) comemora, neste mês de maio, seu Jubileu de Ouro marco que simboliza cinco décadas de atuação contínua na valorização da literatura e da cultura em Alagoas. Fundada com o propósito de fomentar a produção literária no estado, a instituição chega aos 50 anos consolidada como uma das mais relevantes referências culturais da região. 

Sob a presidência de Maria Helena Amorim Lima (Lenita Amorim), e com o envolvimento direto da diretoria, a programação comemorativa foi estruturada para reverenciar a trajetória do grupo, ao mesmo tempo em que projeta novos caminhos para a literatura local. A proposta é destacar não apenas o legado construído ao longo dos anos, mas também estimular o diálogo entre diferentes gerações de escritores e agentes culturais.


Com o apoio cultural do Governo de Alagoas, as celebrações acontecem nos dias 21 e 22 de maio, sempre às 19h, em dois espaços de destaque na capital alagoana: o Auditório do Centro de Convenções Ruth Cardoso e o Le Jardin Recepções. A expectativa é reunir um público expressivo, formado por autoridades, intelectuais, artistas e convidados, em uma agenda que promete momentos de reconhecimento e confraternização.

Entre os pontos altos da programação está a homenagem à pianista e referência cultural Selma Britto. Na ocasião, será instituída e entregue a “Comenda Selma Britto”, honraria criada para reconhecer personalidades que contribuem de forma significativa para o fortalecimento da literatura e da cultura em Alagoas. A iniciativa busca perpetuar o legado da artista, ao mesmo tempo em que valoriza nomes contemporâneos que mantêm viva a produção cultural no estado.

Na noite do dia 21, teremos também uma homenagem póstuma à cantora Madalena Oliveira — voz de ouro, sócia e primeira vice-presidente do GLA, com apresentação do brilhante cantor lírico Frank Constâncio.

Nos bastidores, a organização trabalha intensamente para garantir uma celebração à altura da história do GLA. A proposta é oferecer um evento marcado pela elegância e pelo simbolismo, reunindo nomes expressivos da cena literária e promovendo um encontro que deve reforçar o papel da entidade como protagonista no cenário cultural alagoano. 

SOBRE O GRUPO LITERÁRIO ALAGOANO

O Grupo Literário Alagoano (GLA) nasceu em 2 de março de 1976, fruto da visão e coragem de 17 mulheres intelectuais que, unidas pelo amor à literatura, idealizaram uma associação sem fins lucrativos destinada a ser a voz e a expressão da sensibilidade feminina. A primeira reunião oficial ocorreu em 24 de junho do mesmo ano, quando foi eleita a Diretoria e consolidada a ampliação do quadro para 25 associadas, número que permanece até hoje como um símbolo da tradição e do compromisso do Grupo com o seu Estatuto.

À frente dessa história, esteve Ilza Espírito Santo Porto, primeira presidente do GLA, cuja liderança se estendeu por décadas. Seu legado ultrapassa a esfera do conhecimento: deixou à instituição um rastro de inspiração, força e dedicação que ecoa até os dias atuais.

Hoje, a responsabilidade de conduzir o GLA está nas mãos de Maria Helena Amorim Lima (Lenita Amorim), presidente eleita para o triênio 2024–2027. Sua gestão tem como missão valorizar e expandir a literatura alagoana, promovendo mudanças que tragam dinamismo, visibilidade e benefícios duradouros para o Grupo e para a cultura literária do Estado de Alagoas.

Mais do que uma instituição, o Grupo Literário Alagoano é um espaço de resistência, criação e memória, onde a palavra escrita se transforma em herança cultural e em fonte de inspiração para as futuras gerações.

 

29 de março de 2026

ABIME 2026 consagra João Costa como um dos grandes nomes da Comunicação no Turismo

   

 Reconhecimento reforça trajetória do jornalista e sua atuação na comunicação e no setor turístico 

Na noite de 26 de março, o jornalista, assessor de imprensa, relações públicas e comunicador João Costa foi homenageado como destaque em Jornalismo na categoria Turismo pela ABIME – Associação Brasileira de Imprensa e Mídia Eletrônica.

A honraria foi entregue pela presidente nacional da instituição, Vera Tabach, e pela presidente executiva, Renata Tabach, evidenciando o reconhecimento ao trabalho desenvolvido por Costa ao longo de sua trajetória profissional.

A atuação das dirigentes tem sido apontada como fundamental para o fortalecimento da liberdade de imprensa e de expressão no país, consolidando a ABIME como uma instituição relevante na promoção da democracia e na valorização dos profissionais da comunicação.

O evento foi realizado no Centro de Convenções São Luís, localizado no bairro da Consolação, em São Paulo, e reuniu autoridades e personalidades de diferentes áreas.

Entre os presentes estavam a vereadora Edir Sales, o professor JB Oliveira, além de Ana Maria Machado Evaristo dos Santos, reconhecida como a primeira autista tradutora de Libras do Brasil, acompanhada de sua irmã gêmea, Maria Luiza Machado, de sua mãe, Fátima Machado, e de seu esposo, João.

Também marcaram presença o psicólogo e escritor Alexander Bez, além dos jornalistas Aéssio Ramos Pinto e Lúcia Alves, e da empresária Alessandra Astolphi, entre outros convidados. Na ocasião, fui presenteado com uma das joias da Maristela Joias, entregue pela empresária Maristela Pedrotti.

“Momentos como este, marcados por conquistas, me fazem olhar para trás com profunda gratidão por tudo o que vivi e superei”, declarou João Costa. Saiba mais sobre o comunicador através do seu Instagram: @joaocostaoofical

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Psicólogo e escritor Alexander Bez participa do Balanço Geral da TH+ Record e analisa casos de feminicídio e faz alertas importantes

  


Especialista explica fatores psicológicos por trás da violência e orienta mulheres a identificarem sinais de risco desde o início dos relacionamentos

 

O psicólogo e escritor Alexander Bez participou, no último dia 28/03, do programa Balanço Geral, exibido pela TH+ Record, onde foi entrevistado pela apresentadora Fernanda Comora para analisar os recentes casos de feminicídio e orientar o público sobre sinais de alerta em relacionamentos.

Durante a entrevista, o especialista explicou que o feminicídio é um tipo de homicídio caracterizado pela morte de mulheres em razão do gênero, sendo um ato intencional e motivado, muitas vezes, por fatores psicológicos e comportamentais.

Segundo Bez, é comum que haja confusão entre feminicídio e psicopatia, mas ele ressalta que nem todo agressor apresenta traços psicopáticos. “O feminicídio está mais associado a sentimentos de posse, ciúme excessivo, comportamento controlador e uma visão distorcida de relacionamento”, afirmou.

O psicólogo também fez um alerta importante ao destacar que crimes dessa natureza não têm relação com amor. “Não se mata por amor. Isso é um grande engano. O que existe é um sentimento de posse aliado ao machismo estrutural”, pontuou.

Outro ponto abordado foi a diferença entre masculinidade e comportamentos tóxicos. De acordo com Bez, atitudes de respeito, educação e cuidado não devem ser confundidas com controle ou dominação. “A masculinidade saudável está ligada ao respeito e à gentileza. Já o comportamento violento e controlador é um sinal de alerta”, explicou.

Como orientação prática, o especialista destacou a importância de observar atitudes desde os primeiros encontros. Comportamentos agressivos, desrespeito com outras pessoas, falas violentas ou sinais de controle podem indicar traços preocupantes.

Bez também mencionou o papel do álcool na exposição de comportamentos reprimidos. Segundo ele, o consumo de bebidas alcoólicas pode reduzir os mecanismos de controle mental, favorecendo a manifestação de pensamentos e atitudes que, em condições normais, seriam contidos.

A participação reforça a importância do debate sobre o tema e da conscientização da sociedade para identificar sinais de risco e prevenir a violência contra a mulher. Saiba mais sobre o especialista no Instagram: @alexanderbezoficial

A entrevista completa já está disponível e pode ser assistida no Balanço Geral por meio do link:

https://www.youtube.com/live/72QX4-6HjRk

 

17 de março de 2026

Pacientes que adotam o uso das canetas emagrecedoras precisam de atenção especial à saúde da pele

  

Segundo o dermatologista Dr. Lourenço Azevedo, os bioestimuladores de colágeno possuem um papel fundamental no desenvolvimento  de firmeza e qualidade da pele

De acordo com dados do Ministério da Saúde, seis em cada dez brasileiros estão acima do peso, e a obesidade mais que dobrou desde 2006.O cenário ajuda a explicar a busca por medicamentos injetáveis para emagrecimento, à base de semaglutida e tirzepatida, como Ozempic, Saxenda e Mounjaro. Somente em 2025, segundo dados do Ministério do Desenvolvimento, esse mercado movimentou cerca de R$ 9 bilhões em importações. Diante desse fenômeno, especialistas alertam para os impactos sistêmicos do emagrecimento acelerado. Na dermatologia, a preocupação recai sobre as alterações estruturais da pele decorrentes da perda rápida de gordura corporal.

Segundo o dermatologista Dr. Lourenço Azevedo (CRM 166.292/SP), quando o emagrecimento ocorre de forma acelerada, há repercussões importantes na qualidade e na sustentação da pele. “Do ponto de vista fisiológico, a redução dos coxins adiposos superficiais e profundos altera o suporte estrutural da face e do corpo. Observamos flacidez, mudança no contorno facial, ressecamento e aumento da sensibilidade. Além disso, o emagrecimento rápido pode impactar a matriz extracelular e a qualidade dérmica, especialmente quando não há acompanhamento adequado”, explica o especialista.

O médico destaca que o cuidado com a pele deve ser parte integrante do tratamento. “Emagrecer é um processo metabólico e sistêmico. A pele não pode ser tratada como algo secundário. Ela acompanha essas mudanças e precisa ser assistida de forma planejada”, ressalta.

Entre as abordagens possíveis, Dr. Lourenço explica que os bioestimuladores de colágeno podem ser indicados após avaliação individualizada, especialmente em casos de perda significativa de sustentação dérmica. “Essas substâncias estimulam a produção gradual de colágeno, contribuindo para melhora da firmeza e da qualidade da pele ao longo do tempo.”

Além disso, tecnologias baseadas em estímulo térmico controlado, como lasers fracionados não ablativos, podem induzir remodelação de colágeno em diferentes profundidades teciduais. “Protocolos personalizados permitem atuar tanto no rosto quanto no corpo, sempre respeitando o ritmo do emagrecimento e as características de cada paciente”, complementa.

O skincare também assume papel estratégico durante esse período. Segundo o dermatologista, manter a barreira cutânea íntegra é fundamental para reduzir o ressecamento, preservar o viço e melhorar o conforto da pele. “A rotina não precisa ser complexa, mas deve ser bem orientada: limpeza suave, hidratação adequada, ativos reparadores e proteção solar diária. Esse cuidado contínuo favorece a adaptação da pele às mudanças corporais.”

Para o especialista, os melhores resultados surgem da integração entre acompanhamento médico, tecnologias adequadas e rotina domiciliar consistente. “O objetivo não é apenas emagrecer, mas preservar saúde, qualidade tecidual e harmonia estética. Quando o tratamento é conduzido de forma equilibrada, é possível alcançar resultados naturais e sustentáveis.”

2 de março de 2026

Psicólogo e escritor Alexander Bez prestigia o espetáculo Quintal dos Sonhos em Santos, no litoral de São Paulo

 

Peça apresentada no Teatro Guarany emociona o público ao abordar maternidade, resiliência e recomeços 

O psicólogo e escritor Alexander Bez marcou presença no espetáculo Quintal dos Sonhos, apresentado no dia 28 de fevereiro no Teatro Guarany, na cidade de Santos. A peça é um espetáculo de artes cênicas que convida o público a mergulhar nas camadas mais profundas da maternidade, do afeto e dos sonhos interrompidos. Na oportunidade, Bez esteve ao lado das amigas, Dra. Kelli Lara, Marcia Guedes, Carol Porto e Mariana Coggiola.  

A obra combina poesia, interação e emoção ao abordar temas universais como o esgotamento materno, os desafios da maternidade atípica e a persistente busca por recomeços em meio às adversidades da vida.

Por meio de uma narrativa sensível e envolvente, o público acompanha duas mulheres que percorrem jornadas paralelas de sonhos e reconstrução. De um lado, uma mãe atípica que enfrenta os desafios diários de maternar uma criança com autismo enquanto tenta retornar ao mercado de trabalho, redescobrindo sua identidade profissional sem perder de vista o amor e a dedicação que movem sua rotina.

Do outro, uma mulher que atravessa inúmeras tentativas de realizar o sonho da maternidade, enfrentando com coragem o processo de fertilização e mantendo viva a esperança de embalar nos braços aquele que será seu maior tesouro.

Com uma dramaturgia que toca profundamente o coração, Quintal dos Sonhos é um espetáculo que emociona, provoca reflexão e permite que o público se reconheça nas histórias que ganham vida no palco. A peça reforça que o tempo mais precioso é aquele dedicado ao que realmente importa e que não existem limites quando lutamos por nossos sonhos e por aqueles que amamos.

Ao final da apresentação, Alexander Bez fez questão de registrar sua admiração pelo trabalho apresentado.

“Quero deixar aqui o meu sincero agradecimento a todos os envolvidos neste espetáculo tão sensível e necessário. Quintal dos Sonhos nos conduz a uma profunda reflexão sobre a força da maternidade, os desafios emocionais e a capacidade humana de recomeçar. Foi uma experiência artística tocante e extremamente significativa”, destacou o psicólogo e escritor. Saiba mais sobre o especialista no Instagram: @alexanderbezoficial

 

5 de fevereiro de 2026

Psicólogo e escritor Alexander Bez discorre amplamente sobre o caso do “Cão Orelha” no programa Estúdio Câmara

 


Especialista comenta repercussão do episódio, aponta sinais de comprometimento psíquico grave e defende rigor legal aliado à atenção em saúde mental 


Na tarde do último dia 02 de fevereiro, o psicólogo e escritor Alexander Bez participou do programa Estúdio Câmara, apresentado por Rubia Oliveira, na TV Câmara, para comentar o caso conhecido como “Cão Orelha”, que gerou grande repercussão e debates nas redes sociais.

Durante a entrevista, Bez destacou que, diante de episódios de extrema violência, é comum a sociedade buscar culpados imediatos, especialmente os pais. No entanto, segundo ele, essa associação nem sempre é adequada. “Não é simples nem correto atribuir automaticamente a responsabilidade à família. Em determinados casos, não é por aí”, afirmou.

Ao abordar o tema sob a ótica da saúde mental, Alexander Bez explicou que a psicologia clínica trabalha, de forma ampla, com três grandes estruturas psíquicas: neurose, psicose e perversão. De acordo com o especialista, atos de crueldade extrema indicam um comprometimento psíquico mais grave. “Quando há uma violência dessa magnitude, estamos diante de uma manifestação clara de psicose”, avaliou.

O psicólogo ressaltou que a crueldade contra animais é um dos sinais frequentemente associados a quadros psicóticos, conforme descrito em estudos e análises clínicas ao longo da história. Ele lembrou que diversos casos amplamente estudados pela criminologia apontam esse tipo de comportamento como um alerta importante, especialmente quando ocorre de forma precoce.

Bez também explicou que a estrutura neurótica, por exemplo, não costuma estar associada a atos de violência física extrema. “Na neurose, o conflito é interno. Não há, via de regra, agressão física contra animais ou pessoas”, afirmou. Já em quadros psicóticos, segundo ele, pode haver uma distorção profunda da realidade, com comportamentos marcados por ausência de empatia e prazer no sofrimento alheio.

Outro ponto abordado foi a formação da personalidade, que, de acordo com Bez, se consolida nos primeiros anos de vida. Traumas severos ou lesões neurológicas nessa fase podem comprometer seriamente o desenvolvimento psíquico. “Isso não significa que todo trauma leve a esse desfecho, mas em casos específicos, há impactos irreversíveis”, explicou.

Ao final da entrevista, o psicólogo defendeu que situações dessa gravidade precisam ser tratadas com seriedade pelo sistema de justiça e pelas políticas públicas de saúde mental. Para ele, é fundamental que o país avance tanto na prevenção quanto na responsabilização adequada, sempre com base em critérios técnicos e científicos. Saiba mais sobre o especialista no Instagram: @alexanderbezoficial 

Assista à entrevista completa no programa Estúdio Câmara da TV Câmara pelo link:

https://www.youtube.com/watch?v=fHZpmV3xtZ8&list=PLhqth1IdeBWDQQ6cr5hpROco6YDYHx-gb

 

 Sobre

Alexander Bez é formado em psicologia com especialização em Ansiedade e Síndrome do Pânico pela Universidade da Califórnia, além de especialização em Relacionamentos pela Universidade de Miami. O especialista também atua como escritor e palestrante, com foco em relacionamentos, transtornos emocionais e dinâmicas afetivas.


20 de janeiro de 2026

Janeiro Branco: psicólogo e escritor Alexander Bez analisa os desafios emocionais da atualidade

  


Especialista destaca a importância do autoconhecimento, do equilíbrio emocional e faz alerta sobre ansiedade, redes sociais e alerta sobre falsas referências em saúde mental 

O mês de janeiro marca a campanha Janeiro Branco, movimento dedicado à conscientização sobre a saúde mental. Para o psicólogo e escritor Alexander Bez, o período é estratégico para que as pessoas iniciem o ano refletindo sobre suas emoções, comportamentos e expectativas.

Segundo o especialista, o Janeiro Branco funciona como um ponto de partida para a reorganização emocional. “Antes de pensar em mudanças, é preciso compreender quem somos, quais são nossos limites e o que precisa ser ajustado. A saúde mental é diretamente proporcional à saúde fisiológica”, afirma.

Expectativas, datas simbólicas e emoções sazonais

Alexander Bez explica que o mês sucede duas datas emocionalmente sensíveis: o Natal e a virada do ano. “O Natal, apesar de ser uma festa alegre, carrega uma depressão sazonal para muitas pessoas. Já o Ano-Novo vem carregado de expectativas não cumpridas. O Janeiro Branco ajuda a equilibrar essas emoções ao longo do ano”, pontua.

Ansiedade: transtorno clínico ou reação ao ambiente?

O psicólogo reforça a necessidade de diferenciar ansiedade clínica de ansiedades transitórias. “O transtorno de ansiedade é uma condição clínica que exige acompanhamento contínuo. Já a ansiedade econômica, profissional, conjugal ou relacionada à segurança pública é induzida por fatores externos”, explica.

De acordo com Bez, esse tipo de ansiedade externa não evolui, por si só, para um transtorno clínico. “A ansiedade como patologia tem base na formação emocional da pessoa, geralmente desde a infância. O que vemos hoje são muitos episódios de ansiedade provocados pelo ambiente social.”

Ele cita ainda a ansiedade relacionada à insegurança urbana como um fenômeno cada vez mais comum. “O medo constante de assaltos, sequestros e violência gera um estado de alerta permanente, especialmente entre mulheres. É uma realidade factual que impacta diretamente a saúde mental.”

Quando buscar ajuda profissional

Para o especialista, o principal sinal de alerta é o incômodo persistente. “O paciente pode até fazer autodiagnósticos, mas ele percebe que algo não está bem. Quando os sintomas se tornam perturbadores e incontroláveis, é o momento de procurar ajuda especializada.”

Bez destaca que a ansiedade pode desencadear outros transtornos, como síndrome do pânico, transtorno de estresse pós-traumático, transtorno obsessivo-compulsivo, distúrbios do sono e transtornos alimentares.

O impacto negativo das redes sociais

Alexander Bez faz uma crítica contundente ao uso excessivo das redes sociais. “Vivemos em um século midiático que roubou a paz. As redes minaram as relações humanas e criaram uma necessidade constante de exposição e validação”, analisa.

Segundo ele, a dificuldade de viver o momento presente é um dos maiores danos à saúde mental. “As pessoas viajam pensando em postar, não em viver. As férias perderam a função de descanso emocional. Isso aumenta ansiedade, frustração e depressão.”

O psicólogo alerta ainda para quadros como a nomofobia, o medo de ficar sem o celular. “Muitas pessoas passam mais tempo na tela do que vivendo a própria vida.”

Tratamentos e estratégias de equilíbrio emocional

No tratamento da ansiedade clínica, Bez ressalta que a base é a combinação de psicoterapia e medicação ansiolítica, quando indicada. “Antidepressivos não tratam transtornos de ansiedade”, esclarece.

Como estratégias complementares, ele recomenda atividade física, práticas culturais, leitura, controle do tempo nas redes sociais e consumo consciente de informações. “Polarizações, especialmente políticas, têm se tornado grandes gatilhos emocionais.”

Cuidado com falsas referências em saúde mental

Alexander Bez faz um alerta importante sobre a escolha de profissionais. “É fundamental fugir de gurus psicológicos, coaches e terapeutas sem formação adequada. Saúde mental exige responsabilidade, ciência e ética”, afirma.

Ele recomenda pesquisar o histórico do profissional, sua formação e postura ética. “Profissionais que misturam política, negam ciência ou buscam estrelismo midiático devem ser vistos com cautela.”

Expectativas, autocobrança e o aqui e agora

Para encerrar, o psicólogo deixa um conselho alinhado ao espírito do Janeiro Branco: “Ninguém é perfeito. Reduzir a autocobrança, viver o presente e não tentar atender às expectativas alheias é o caminho para uma vida emocionalmente mais saudável.”

Segundo ele, afastar-se de polarizações e focar no que está sob controle pessoal pode fazer toda a diferença. “Você não muda o mundo, mas pode preservar sua saúde mental.” Saiba mais sobre o especialista no Instagram: @alexanderbezoficial

 

Alexander Bez atua como pesquisador, especialista em distúrbios emocionais e é autor de quase dez livros, publicados no Brasil e no exterior, entre romances, obras de autoajuda e estudos sobre comportamento humano. Para ele, a literatura funciona como uma extensão do cuidado psicológico, alcançando leitores de forma acessível e reflexiva.

Entre os títulos estão:

 

  • Inveja: o Inimigo Oculto
  • O que Era Doce Virou Amargo — considerado “a Bíblia dos Relacionamentos”
  • Trilogia Encantos da Mulher: A Magia da Beleza Feminina e A Paixão e Seus Encantos (Editora Juruá)
  • What You Don’t Know About COVID-19 – The Mortal Virus (Liferich Publishing, EUA)
  • Scientific Denialism – COVID-19 Vol. 2
  • A Seita Sexual de Puff Daddy (Diddy): Fama, Poder & Dinheiro (em produção nos Estados Unidos)
  • A Magia da Sensualidade Feminina, continuação da trilogia sobre autoestima feminina.

 

Sobre

Alexander Bez é formado em Psicologia, com especialização em Ansiedade e Síndrome do Pânico pela Universidade da Califórnia, e especialista em Relacionamentos pela Universidade de Miami. Além da atuação na área da Psicologia, também é modelo e possui formação como ator de Cinema e TV pelo Studio Fátima Toledo, bem como curso de interpretação para TV pela Escola Wolf Maya, com DRT nº 43.106/SP.